Medicina do Amanhã

“Medicina do Amanhã”, do neurologista Pedro Shestatsky, põe em xeque o tradicionalismo e defende um novo caminho para a saúde: a Medicina Personalizada, com base no Big Data e Inteligência artificial

Lançada pela Editora Gente, a obra traz um enredo futurista, porém, real e apresenta ao leitor a Medicina dos 5Ps, que propõe antecipar a doença para promover a saúde, a longevidade e a qualidade de vida

A inteligência artificial está influenciando vários setores, inclusive, a medicina. É o revela o autor Pedro Schestatsky, médico neurologista, professor, pesquisador, e empreendedor de novas tecnologias em medicina, através do seu livro “Medicina do Amanhã”, da Editora Gente. A obra está em fase de pré-venda e tem lançamento agendado para 10 de fevereiro, chegando com o objetivo de descomplicar as tecnologias médicas emergentes, agrupando-as na Medicina dos 5 Ps (preditiva, preventiva, proativa, personalizada e parceira). Com base nestes conceitos, o autor propõe uma fórmula simples e eficaz de criação de saúde batizada de MAP (Movimento, Alimento e Pensamento), ao alcance de todos.

Ao longo das mais de 200 páginas e 11 capítulos, a obra é, sem dúvidas, uma grande oportunidade para entender o cenário médico atual e prolongar a vida com qualidade. O enredo é desmembrado em 3 partes: Contexto de saúde atual, baseado no passado, ou seja, medicina tradicional; Tecnologias exponenciais acessíveis em “desencontro” com a medicina tradicional. Também, apresenta o conceito da Medicina dos 5Ps e o impacto na relação médico-paciente. E, por fim, o uso prático dessas tecnologias pelo médico e paciente, associadas a conceitos do programa desenvolvido pelo autor denominado MAP, propondo a desconveniência e o combate ao sedentarismo, a dieta mediterrânea, e a meditação ou práticas anti-stress.

Afinal, é possível imaginar a diferença que o monitoramento da glicose em tempo real pode fazer nos hábitos alimentares? Ou como as relações entre pais e filhos podem melhorar, uma vez que predisposições a condições como autismo e depressão sejam detectadas antes mesmo que o bebê nasça? Ou quanto vai se tornar mais fácil combater doenças como a obesidade e o câncer quando procedimentos que melhoram a microbiota intestinal se tornarem rotina? Esses são apenas alguns exemplos de provocações feitas pelo autor ao longo da obra que prometem desconstruir as crenças e os pré-conceitos que as pessoas têm sobre saúde, reduzindo a desinformação, tornando horizontal a relação médico-paciente, reduzindo sua dependência e aumentando a qualidade de vida e longevidade saudável dentro de uma perspectiva realista. 

“Medicina do Amanhã” mostra como a medicina está cada vez mais robotizada e humana, porque a tecnologia traz mais transparência e, por consequência, efetividade aos processos. Com isso, em um futuro breve irá baratear os serviços, ampliar o acesso, favorecer a comunicação entre médicos e pacientes e permitir um melhor monitoramento da saúde em tempo real, seja no hospital ou em casa. Até porque, segundo o autor, como disse certa vez o escritor norte-americano Isaac Asimov, “a ficção científica de hoje é o fato científico do amanhã”. 

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